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Aprovada urgência para projeto que criminaliza exercício ilegal da profissão de engenheiro

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 293 votos a 7, o regime de urgência para o Projeto de Lei 6699/02, que inclui como crime contra a saúde pública o exercício ilegal das profissões de engenheiro, arquiteto e agrônomo.

Projeto criminaliza exercício ilegal da profissão de engenheiro

Emerson F. Tormann → 14 de dez de 2017
À Soberania e Sustentabilidade da Engenharia de Brasília e do Brasil
Aos Engenheiros e Técnicos em Brasília , extensiva a todos do Brasil
Os CREAs do Brasil necessitam assumir maior compromisso em defender a nossa categoria


A falta de empenho e de representatividade dos interesses dos profissionais na área da engenharia fez com que engenheiros e demais profissionais do sistema perdessem apoio para as grandes empresas e grandes entidades empresariais , que passaram a apresentar o atestado operacional da empresa em processos licitatórios , deixando os atestados técnicos dos profissionais em segundo plano e praticamente sem valor .

O profissional passou a ser mais um , perdendo sua representatividade quanto a seu próprio valor intelectual. A exemplo da situação do asfalto de Brasília , onde há sinais de que as mesmas empresas há mais de trinta anos executam obras sem inserção de tecnologia de materiais e equipamentos .

O atestado operacional da empresa deve ser revisto já que torna viciado vários certames em que privilegia o operacional e não o profissional . TAÍ UM DOS MOTIVOS DE GRANDE DESEMPREGO DA NOSSA CLASSE.

Isto se deve em grande parte à omissão dos CREAs em defender os direitos dos profissionais da engenharia ao invés dos interesses empresariais.

A Lei nº 8.666/93 fala em atestado de capacidade técnica e não operativa , mas o interesse empresarial ameaça prevalecer junto aos Órgãos licitantes .

Interessante que o CREA é uma entidade que deve visar o interesse público e a valorização profissional , sendo que os profissionais pagam por anuidade e taxas , mas não recebem o devido apoio da instituição. É PRECISO MUDAR !!!!

É preciso que o CREA-DF atue nas modalidades de Licitações em diversos Órgãos no DF , acompanhando editais e impugnando abusos , cujo resultado são obras mal planejadas e executadas . BRASÍLIA NÃO MERECE ISSO !!!

Venho através desta carta aberta assumir perante todos vocês, Engenheiros, Técnicos e demais Profissionais, meu compromisso de lutar pela valorização de nossa classe, lutar tenazmente pela engenharia tanto do Distrito Federal como em nível nacional.

Proponho aglutinar todos os CREAs de todas as Unidades Federativas em prol da recuperação da Engenharia, da valorização dos engenheiros em todo o território nacional.

Proponho que todos os CREAs participem mais ativamente junto ao CONFEA para aprovar com maior agilidade tudo o que for de interesse dos profissionais da engenharia.

É hora de mudar !!!

É hora de defender os interesses dos profissionais em primeiro lugar, além das pequenas, médias e novas empresas, e não os interesses das grandes empresas e grandes entidades empresariais. É preciso rever taxas e tantos tributos que não são recompensados ao profissional.

O compromisso que quero assumir perante todos vocês, eleito para a presidência do CREA-DF, é de lutar para alterar esta situação vigente.

O meu nome é Kleber, sou engenheiro agrônomo, oposição à atual presidência do CREA-DF, e vou lutar pelo interesse de toda a nossa Engenharia.

No dia 15 de dezembro, vote para mudar, vote em Eng.º Kleber nº 29 e saiba que estarei sempre aberto para receber e lutar por todas as reivindicações de valorização profissional e, eleito, em Janeiro de 2018, juntos iniciaremos uma grande jornada a favor do Profissional!

Engenheiro Kleber Santos, candidato a presidente do CREA-DF

Soberania e Sustentabilidade da Engenharia

Emerson F. Tormann →
Assunto: Acervo Técnico Profissional
Valorização e atribuição dos profissionais da Engenharia
Impossibilidade de PREGÃO na Engenharia


Aos profissionais da engenharia vinculados ao CREA/DF e extensivo a todos do Brasil.

Os CREAs do Brasil necessitam assumir um maior compromisso em defender a nossa categoria.

A partir da Lei nº 8.666/93, por falta de um maior empenho na representatividade dos interesses dos profissionais da área da engenharia, os engenheiros perderam muita força, a partir do fato de que os quantitativos de seus atestados técnicos terem deixado de ser considerados para classificar as empresas nas licitações.

Isto se deve em grande parte à omissão de CREAs em defender os engenheiros ao invés dos interesses empresariais.

Vemos hoje, que existem órgãos governamentais pedindo atestado de capacidade operativa das empresas, (vetado pelo então presidente Itamar Franco, na aprovação da lei 8666/93) contrariando formalmente esta Lei 8666/93, que fala em atestado de capacidade técnica e não operativa e contrariando também as normativas do CONFEA/CREA.

O que é mais grave, vemos vários órgãos governamentais admitindo licitações por pregão.

Ora, isso descaracteriza a necessidade de uma empresa possuir em seu quadro técnico um engenheiro capaz de orçar corretamente os custos de uma obra e a empresa passa a participar de um verdadeiro leilão, colocando em risco todo o seu patrimônio como se estivesse em um cassino jogando carteado ou participando de uma roleta e o órgão contratante ainda corre o risco da empresa contratada não possuir estrutura suficiente para entregar a obra a contento.

Mais grave ainda é que contraria novamente a Lei nº 8.666/93 em seu a art. 6º... que define o que é serviço e o que é obra.

E o pregão só é aplicável a serviço simples ou sobre compra de materiais.

E o CONFEA através da Decisão Plenária nº 365/2014 definiu que qualquer obra que exija a participação de um engenheiro com a abertura da ART, não pode ser considerada como obra simples, sem responsabilidade.

Decisão datada de 2014

Pergunta-se porque até hoje não se aprovou uma resolução do CONFEA, que tem força de lei para impedir estes desatinos, após esta decisão do CONFEA que já data de 2014.

Outro assunto relevante é que o CAU não pode entrar em atividades privativas do engenheiro e que são reguladas pelo sistema CONFEA/CREAs, como por exemplo:

Pavimentação asfáltica , cálculo estrutural, fundação, execução e fiscalização de obras de pavimentação asfáltica, drenagem e saneamento.

Venho através desta carta aberta assumir perante todos vocês profissionais da engenharia, meu compromisso de lutar pela valorização de nossa classe, lutar tenazmente pela engenharia tanto do Distrito Federal como em nível nacional.

Proponho aglutinar todos os CREAs de todos os Estados em prol da recuperação da Engenharia, da valorização dos engenheiros em todo o território nacional.

Proponho que todos os CREAs participem mais ativamente junto ao CONFEA para aprovar com maior agilidade tudo o que for de interesse dos profissionais da engenharia.

É hora de mudar!

É hora de defender os interesses dos engenheiros em primeiro lugar e não o das grandes empresas.

E o compromisso que quero assumir perante todos vocês, caso seja eleito para presidência do CREA/DF é de lutar para alterar esta situação vigente.

O meu nome é Kleber, sou engenheiro agrônomo, o que não quer dizer que vou lutar somente pela Agronomia e sim pelo interesse de toda nossa engenharia, compromisso que aprendi ao longo de 6 (seis) mandatos como conselheiro do CREA/DF e 1 (um) mandato de conselheiro federal.

No dia 15/12/2017, votem para mudar, votem em Eng.º Kleber nº 29 e saibam que estarei sempre aberto para recebê-los e lutar por todas suas reivindicações.

Juntos vamos lutar para resgatar a dignidade da Engenharia!

Carta aberta aos profissionais da Engenharia

Emerson F. Tormann → 12 de dez de 2017
A nossa candidatura procura ter relação democrática e respeitosa com todas as instituições.

Neste sentido ocorreu reunião dia 23/11, com o atual presidente do SINDUSCON-DF, Luiz Carlos Botelho.

Destarte, surpreende a "Nota de Esclarecimento" desrespeitosa emitida pela Assessoria de Comunicação do SINDUSCON-DF.

Jamais assinei qualquer declaração nos termos citados pela manifestação. Como também jamais solicitei apoio do SINDUSCON-DF à nossa candidatura.

O presidente do Sinduscon se antecipou ao publicar esta nota ou foi pressionado para publicar, tendo em vista que a visita foi muito cordial e nunca pedi o apoio dele; inclusive, desde o anúncio da candidatura da Eng. Fátima Có, o Sinduscon decidiu apoiá-la. O teor das declarações veiculadas na nota é extremamente ofensivo, com o intuito de denegrir, com má fé , a nossa candidatura.

Que o atual presidente do SINDUSCON-DF se digne a rever o conteúdo da Nota!!

Por outro lado , pode ser reflexo de desespero às vésperas da eleição, tendo em vista que a nossa candidatura cresce exponencialmente! E também porque defendemos com veemência, o Atestado Técnico Profissional! A necessária seriedade na emissão da CAT! Defendemos também as empresas de Engenharia, principalmente, as pequenas, médias e novas empresas!

E quero dizer também que vamos nos empenhar ainda mais nesta Campanha Eleitoral. No debate de Propostas, para mudar efetivamente o CREA-DF!

Sempre com atenção ao interesse público, à valorização profissional, com Ética e Transparência!!
Engenheiro Kleber Santos, candidato a presidente do CREA-DF

NOTA DA VERDADE - Eleições CREA-DF

Emerson F. Tormann → 6 de dez de 2017

6 de dezembro: Dia do Extensionista Rural



Quero parabenizar e destacar o labor do Extensionista Rural. E que não seja lembrado apenas no seu dia, o dia 6 de dezembro!

Por que esse profissional tem uma atuação que vai além da orientação técnica. O extensionista rural de fato é um agente de transformação social que respeita as tradições culturais e se preocupa com o bem-estar das pessoas.

Tenho orgulho de dizer que tenho formação e atuo na extensão rural. Por isso luto para que o CREA-DF valorize os profissionais. Valorize, inclusive, os extensionistas e que de fato, o conselho defenda o interesse público, que muito depende da atuação e da capacidade dos profissionais com a visão de extensão Rural.

A Lei 12.386, de 3 de março de 2011, criou o dia do Extensionista Rural e sancionada pelo Congresso Nacional. Um dos objetivos dessa comemoração é disseminar o conhecimento no setor primário levando informações sobre as novas habilidades e técnicas para o desenvolvimento das atividades voltadas a agricultura familiar, com o intuito de qualificar e expandir a produção agrícola.

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https://youtu.be/Pzc-ipUcs2g

EXTENSIONISTA RURAL

Emerson F. Tormann →
O SindusCon-SP e a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgaram, em coletiva de imprensa realizada na capital paulista, as estimativas econômicas setoriais da Construção Civil para o encerramento de 2017 e as projeções para o próximo ano.


O cenário base aponta para uma queda de 6,4% na atividade econômica setorial neste ano – contra uma estimativa no início de 2017 que apontava crescimento de 0,5%. A projeção da FGV para o PIB nacional neste ano é de 0,9%. Veja no gráfico abaixo:

Para 2018, o desempenho da construção civil tende a se aproximar mais do restante da economia nacional. A projeção do SindusCon-SP/FGV é de um crescimento de 2% do PIB setorial, enquanto a economia como um todo deve ficar em 2,5%.

Para o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, há alguns fatores condicionantes para que as expectativas no ano que vem se confirmem:
  • a velocidade de absorção dos estoques de imóveis existentes no mercado; 
  • a regularização dos distratos, que hoje penalizam as incorporadoras; 
  • a efetiva contratação de obras pelo programa Minha Casa, Minha Vida; 
  • o aumento da oferta de crédito imobiliário. 

No caso específico do financiamento, as condições para melhorar o acesso ao crédito passam, segundo Ferraz Neto, por uma evolução positiva no cenário político, com a inflação baixa e queda no juro real. “As obras de infraestrutura terão um ritmo maior somente se houver novas concessões e privatizações, uma vez que os governos deverão voltar a cortar recursos para investimentos.”

Os fatores apontados pelo SindusCon-SP/FGV como determinantes para o crescimento no ano que vem são praticamente os mesmos que, na mão contrária, causaram a recessão setorial neste ano:
  • Excesso de oferta no mercado imobiliário; 
  • Contratações do MCMV ficaram aquém da meta; 
  • Ainda os efeitos da Operação Lava-Jato; 
  • Crise fiscal: corte nos investimentos; 
  • Desemprego elevado e restrições de crédito; 
  • Melhora da confiança empresarial ainda não se refletiu nas decisões de investir; 
  • Nível dos distratos ainda elevado. 

De outro lado, há motivos concretos observados em 2017 para acreditar em uma melhora no cenário:
Emprego e confiança dos empresários pararam de cair;
Mercado imobiliário: melhora (ainda que tímida) nos lançamentos, vendas e nível do distratos;
MCMV: contratações realizadas nos últimos meses de 2017 repercutirão em 2018;
Continuidade do cronograma dos leilões em infraestrutura;
Mercado informal deve favorecer resultado da indústria.

Como se pode concluir a partir da leitura do quadro acima, as incertezas se concentram no cenário político/eleitoral e no quadro fiscal preocupante. Na visão do SindusCon-SP/FGV, a dificuldade em promover reformas sensíveis, como a da Previdência, em um ano de eleições e o eventual surgimento de agendas econômicas heterodoxas dos candidatos à presidência da república serão elementos determinantes para o retorno efetivo, ou não, dos investimentos no País.

» Saiba Mais

Para acessar a apresentação completa, clique em:
https://www.sindusconsp.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Dados-coletiva_2017.pdf

Fonte: Construliga

Construção civil: você quer a boa ou a má notícia?

Emerson F. Tormann → 3 de dez de 2017
Bom dia, Profissionais! Entre os compromissos que constam em nosso Programa de Trabalho, quero lutar muito pela pauta da Ética e Transparência. Na minha experiência de Conselheiro Regional sempre procurei participar da Comissão de Ética.

Eleito coordenador, pelos demais Conselheiros, da Comissão de Ética em 2016, conseguimos agilizar a tramitação, e também concluímos vários processos (com o respeito à ritualística processual, às devidas convocações das oitivas e etc.) - vide abaixo o quadro comparativo entre anos.  Enalteço a dedicação dos conselheiros e funcionários da Comissão de Ética!

Eleito presidente do CREA-DF, em 2018 vamos usar o poder da presidência para divulgar amplamente o Código de Ética Profissional, além reforçar os trabalhos da Comissão de Ética!!

Conto com o comparecimento dos profissionais, no dia 15/12, no CREA-DF, para votar em Kleber (n° 29) para renovar o CREA-DF!!

Veja o documento:


Assista ao vídeo:

Compromisso com a ética e transparência

Emerson F. Tormann → 2 de dez de 2017